Esquadrão Z - Ficha de personagem: Aracna

 


Nome completo: Humântula Aracna/ Princesa Aracna de Vilemosys.

Idade: aproximadamente 123 anos (considerada muito jovem dentre sua espécie).

Raça: híbrido (aracmanoide)

Altura: 1,71

Peso: 67 kg

Planeta-natal: Artropopha.

Afiliações: Reino de Vilemosys/Aliança Imperial.

Hobbies: ler revistas femininas, fazer as unhas, cuidar de sua aparência, treinar suas individualidades de poder e estragar o dia dos Power Rangers.

Estado civil: casada (Príncipe Alkylla)

Tem mais proximidade com: Mudok 

Ponto forte: Senso de humor

Ponto fraco: Ego

Personalidade: Aracna normalmente age de maneira sarcástica, especialmente diante de Mudok e das criaturas forjadas por Barooma no bio-modelador (para as quais sempre dá um nome). Possui um senso de humor ácido que não economiza na dose de maldade, não importa com quem seja ou a quem se refira (sendo Lokknon a única exceção). Sua postura debochada se estende também aos Rangers, constantes alvos de suas piadas maldosas antes e durante alguma artimanha que foque em atrapalha-los e/ou derrota-los. Gosta de se gabar por sua aparência bem conservada, tendo um certo ego inabalável por ser originária da realeza de seu planeta-natal. Aliás, aparências e ostentação são as mais valorosas coisas na ótica dela para se ter uma vida digna, o que esclarece a futilidade que guia a sua bússola moral. Frequentemente ironiza os projetos robóticos de Mudok, com quem tem uma relação extremamente oscilante, colocando-se num pedestal superior a ele sem nunca perder a chance de humilha-lo quando quer. Não mede esforços em tentar agradar Lokknon, seja bajulando-o ou cumprindo alguma tarefa designada, tudo para ser promovida a capitã de exército dos Psycho-Bots, insatisfeita com o posto de tenente.

Habilidades: detém um poder natural de disparar raios elétricos altamente explosivos, além de seus talentos aracnídeos como fiar teias que imobilizam seus oponentes e inocular uma gama de venenos a partir de suas garras afiadas. No combate corpo a corpo, seu nível é considerado satisfatório para os padrões de Lokknon e da Aliança Imperial com sua força física que chega em alguns momentos a rivalizar com os Rangers morfados.

Nível de força: ataque: 2500/ defesa: 1300

Alinhamento moral: Neutro e Mau (Neutral Evil)

Biografia: Aracna nasceu em Artropopha, planeta situado no sistema Enthos da Nebulosa A-90, mais precisamente no reino de Vilemosys onde tornou-se princesa sendo cultuada e cortejada por inúmeros pretendentes de diversas nações que almejavam dividir o trono quando ela fosse coroada rainha. Porém, seus pais a forçaram se submeter a um casamento arranjado com o príncipe Allkylla, alguém que ela considerava indigno pelo mesmo ter a aparência de um plebeu. No dia da cerimônia matrimonial, Aracna criou uma farsa para abandona-lo no altar e fugir (levando sua sobrinha que havia perdido os pais numa guerra): se utilizou de uma usurpadora que forjou, pagando-a com toda a fortuna de seus pais que empobreceram e mais tarde viram o reino perder todo o prestígio. Allkylla conviveu por dez anos até a farsa ser descoberta a partir de uma traição e a impostora abandona-lo levando seu pagamento adiantado. 

Anos depois, viajando e migrando de planeta em planeta com sua sobrinha, Venoma, é detida por acólitos de General Mastekzor após se filiar a um grupo de piratas espaciais amadores numa operação de roubo da tecnologia do imperador. Mas a intervenção da Intercop alterou drasticamente e os piratas foram obrigados a serem peões na batalha. Porém, Aracna despertou o interesse de Mastekzor ao vê-la em ação contra os soldados da tropa estelar, logo depois a recrutando oficialmente para o seu exército. Inevitavelmente ela precisou abandonar Venoma (ainda uma criança), quem nunca envolveu nos seus negócios criminosos pela estima genuína e até maternal que sente por ela. Seus antigos parceiros juraram vingança por tê-los preterido, mas ela jamais os reencontrou. 

Algum tempo depois, após a admissão de Lokknon a Aliança Imperial, Aracna flerta com o recém-chegado que faz uma aposta com Mastekzor valendo a saída ou a permanência dela em seu quadro de asseclas. Mastekzor acabou perdendo e cedeu, amarguradamente, sua subordinada que passou a integrar o exército de Lokknon - do qual já faziam parte Barooma e Mudok (que, por sinal, não a receberam bem pelo fato de ser uma princesa, o que, para eles, sinalizava incompetência). Mas no decorrer dos anos, Aracna seguiu provando sua aptidão como guerreira a serviço do mal, auxiliando ativamente Lokknon em invasões colonizadoras universo afora.

Relações com outros personagens:

Lokknon: incondicionalmente leal ao seu imperador, satisfazendo suas vontades sem questionar. Houve um interesse mútuo entre eles ao se conhecerem, mas nada de sentimentos amorosos ou afetivos. Lokknon a via como um mero objeto de aposta cobiçando-a pelo seu desempenho bem-sucedido no exército de Mastekzor que a tratava com rudeza, austeridade e constante insatisfação. Lokknon não chega a trata-la tão diferente, mas Aracna cede aos seus mandos e desmandos por enxergar maior potencial no exército em termos de conquista e poderio bélico.

Mudok: ambos se respeitam como colegas e subordinados de Lokknon, mas no fundo apenas se aturam, rotineiramente competindo um com o outro. Aracna geralmente o trata mal quando vê que ele recebe alguma atenção especial de Lokknon ou falha numa empreitada contra os Rangers, destilando seu sarcasmo para desqualifica-lo. Mas apesar dos altos e baixos na relação, supera o fato de dividir o comando dos Psycho-Bots, admitido formar com ele uma boa dupla e até o elogia em algumas raras ocasiões.

Barooma: o vê mais como um serviçal dela do que como um colega parelho em subserviência a Lokknon, podendo facilmente manipula-lo. Apesar de trata-lo como "lixo espacial", tem algum respeito pelo planeta de origem dele, Sakorg, devido aos avanços tecnológicos, e até externa tal respeito quando ele forja um monstro digno de derrotar os Rangers na máquina de modelação artificial (sua invenção magnum opus, o que ela concorda). Mas ainda que mostre alguma consideração amistosa por Barooma (por vezes até mais do que por Mudok), de um modo torto, continua enxergando-o como uma piada devido a sua aparência.

Austin: despreza o Ranger Vermelho na mesma medida que os demais. Até o julga um garoto terráqueo bonito, mas a cumplicidade que ele demonstra para com os amigos a irrita.

Zoe: o jeito tranquilo, meigo e empático da Ranger Rosa lhe inspira antipatia extrema. Odeia a cor rosa com todas as forças e o temperamento de Zoe torna essa aversão ainda pior.

Jessie: detesta a Ranger Amarela em mesmo grau com que odeia os demais. Inveja os olhos azuis de Jessie, sempre minimizando a beleza dela, o que gera um conflito equilibrado entre elas que são bastante preocupadas com suas aparências.

Tim: é com o Ranger Azul que ela possui uma inimizade maior, não perdendo a chance de tentar fazê-lo seu saco de pancadas quando pode. Apesar de gostar de fazer chacota dele, o acha divertido para lutar, seja para treinar a si ou treina-lo - já que o crava como o mais fraco da equipe.

Damian: é desinteressada com o Ranger Preto, o julgando tedioso por sua inteligência acima da média, mas sempre curiosa acerca dos inventos dele quando podem beneficiar os amigos.

Dickerson: sua relação com o mentor dos Rangers é praticamente nula, mas há uma inimizade recíproca por obviamente estarem em lados opostos, além de que Dickerson acusa Lokknon de ter participação na morte de seu pai, o que ela define como calúnia.

Karen: não a conhece a fundo para formar uma opinião, tampouco estabelecer algum contato. Mas que Dickerson possui uma assistente tecnóloga muito bem capacitada.



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