Nome completo: Mudok Versão HP-167 (Ano I)
Idade: impreciso
Raça: Cybertrox
Altura: 1,74
Peso: 579 kg
Planeta-natal: Metagron
Afiliações: Brigada Cybertrox de Defesa Planetária (segundo em comando)/ Aliança Imperial (capitão de armada e engenheiro auxiliar)
Hobbies: projetar, desenvolver e testar diversas inovações tecnológicas do arsenal bélico de Lokknon na sua oficina particular.
Estado civil: solteiro
Tem mais proximidade com: Aracna
Ponto forte: inteligência
Ponto fraco: orgulho
Personalidade: no seu cotidiano, Mudok é um tanto fechado e recluso no seu laboratório de engenharia cibernética, onde passa a maior parte de seu tempo criando uma miríade de novas tecnologias. Logo, pode-se dizer que ele tem maior preferência a ficar sozinho, embora não rejeite o contato social sempre que necessário. Chega a ser duro e autoritário com seus subordinados, os Psycho-Bots - minions que compõem o exército armado de Lokknon -, mas o casco grosso de seu metal esconde um interior frágil e inseguro em se tratando de auto-valorização. Mudok almeja ser visto como o melhor no seu trabalho, mas diante de uma falha ou superação de algum inimigo se lamenta e se culpa intensamente, não sentindo-se bom o suficiente para servir a Lokknon já que seu propósito prioritário é agrada-lo a fim de ser reconhecido como um digno capitão de armada. Tamanha insegurança o faz odiar cada vez mais sentimentos humanos adormecidos nele. Por essa razão, periodicamente passa por atualizações em seu sistema-base (que reverberam no seu hardware) visando se tornar uma máquina perfeita e imune a erros.
Habilidades: Mudok é capaz de disparar raios elétricos vermelhos altamente explosivos, além de armazenar granadas, pistolas e até uma espada em algumas partes do seu corpo. Além disso, pode mimetizar vozes, se ligar a sistemas computacionais para hackear e assimilar informações digitais a uma velocidade extraordinária. Possui também capacidade de se teletransportar e uma habilidade de combate marcial classificada como ótima para os padrões da Aliança Imperial, visto sua natureza robótica que confere largas vantagens físicas.
Armas e apetrechos:
Cyber-Lâmina: espada feita com metal metagroniano, corta vários tipos de metais, sejam terráqueos ou alienígenas.
Cyber-Detonador: arma de fogo similar a uma pistola laser de médio poder destrutivo.
Cyber-Canhão: arma de fogo que pode ser segurada como uma metralhadora ou rifle. Dispara uma esfera de fogo energizada com alto poder destrutivo.
Cápsulas de bolso: esferas de metal nas quais são armazenados os Psycho-Bots em miniatura.
Psycho-Bots: soldados (minions) projetados para amplos combates armados. Apesar de não falarem (somente emitem ruídos eletrônicos) e possuírem um único olho, são capazes de avistar o inimigo com uma alta taxa de acerto em tiros de longas distâncias, além de rastrear com eficiência munidos de visão térmica e noturna. Detém armas detonadoras que parecem cacetetes e se movem de forma padronizada ao marcharem para a batalha. No combate corpo a corpo, todavia, deixam muito a desejar, não servindo para nada mais que atrasar os Rangers com sua larga vantagem numérica.
Nível de força: ataque: 2800/ defesa: 3000
Alinhamento moral: Neutro e Mau (Neutral Evil)
Biografia: o que se conhece acerca do passado de Mudok diz respeito a sua passagem por um grupo de patrulhamento militar de seu planeta-natal (Metagron). Sendo parte da B.C.D.P. (Brigada Cybertrox de Defesa Planetária), ele atuava em missões para conter invasões de piratas espaciais refugiados no planeta. Mas nesta época suas ações eram totalmente controladas pelo Chanceler Valgus, um ditador tirânico que escravizava os mais pobres. Quando Mudok passou a questionar as ordens de Valgus, correu atrás de obter seu livre arbítrio e nessa empreitada libertou seus companheiros com os quais planejou uma fuga do planeta. Porém, Valgus havia implantado um dispositivo explosivo em cada um deles que seria detonado em caso de insubordinação.
Vendo seus amigos morrerem um a um com a perseguição implacável de Valgus, Mudok foge sozinho no encalço do déspota até esbarrar acidentalmente na nave de Lokknon. Seu pedido de ajuda é atendido e o imperador permite que ele se esconda da ameaça de Valgus, solicitando a Barooma (seu primeiro subordinado de elite) que lhe removesse a bomba - a qual só poderia ser detonada a cerca de dois metros. Valgus alcançou a nave, detectando a presença de Mudok. O androide tem a bomba retirada segundos antes de Valgus detona-la, porém a mesma explode numa cápsula de descompressão, fazendo o chanceler imaginar que destruiu seu ex-soldado.
A partir daí, Mudok passou a integrar o exército de Lokknon batizando a si mesmo com seu atual nome - anteriormente era Cybertrox N⁰ C-14 -, e mais tarde contribuindo significativamente na expansão do arsenal bélico de Lokknon criando os Psycho-Bots, soldados feitos a sua imagem e semelhança, e inúmeras outras inovações tecnológicas que garantiram ao imperador conquistas exitosas universo afora.
Relações com outros personagens:
Lokknon: serve incondicionalmente ao imperador sem questionar suas ordens quando é mandado. Demonstra gratidão por ter salvo sua vida da caçada de Valgus com as invenções que fornece na constante linha de produção. Mas tende a se irritar e mostrar certa rebeldia quando Lokknon faz alguma crítica a falhas em algum projeto contra os Rangers.
Aracna: possui um relacionamento bastante instável com ela, flutuando entre o coleguismo respeitoso e a rivalidade tóxica. Responde aos sarcasmos e insultos de Aracna ao seu modo e quase sempre sai por cima, a deixando nervosa. Mas apesar das picuinhas, Mudok a suporta como parceira de estratégias contra os Rangers e por vezes até expressa compaixão por ela quando a vê fragilizada emocionalmente.
Barooma: sua relação com o cientista e engenheiro-chefe de Lokknon, de um modo geral, é um tanto fria e distante, mas de mútuo respeito (embora forçado). Ainda assim, Mudok, muitas vezes, não perde a oportunidade de desacreditar nas invenções dele quando quer colocar sua especialidade com máquinas acima de qualquer um, gerando conflitos de ego entre os dois.
Austin: sua interação com o Ranger Vermelho é tipicamente de herói contra vilão, o menosprezando na mesma intensidade que os demais.
Zoe: ele a julga como o elo fraco da equipe por ser muito sentimental, o que ele detesta e faz questão de esfregar isso na cara dela quando tem a chance.
Jessie: para ele, Jessie é tão irritante quanto seus amigos, não a julgando mais que uma garota insegura e superficial. Não interage tanto com ela, mas nas vezes que isso ocorre aproveita para rebaixa-la em consonância com Aracna.
Tim: o jeito brincalhão e despreocupado do Ranger Azul o irrita mais que qualquer um dos outros. Mas o que Mudok realmente odeia em Tim é a tendência dele para a indisciplina, algo que ele abomina. O chama de Power Fedelho por ele ser o mais novo e aparentemente mais inexperiente da equipe.
Damian: o Ranger Preto é seu nêmese definitivo, como ele mesmo pontua em várias ocasiões. Damian representa uma ameaça no tocante a sua inteligência humana acima da média. Mudok sente medo de ser alcançado e superado pelo garoto, não escondendo sua inveja quando algum projeto de robótica dele faz sucesso.
Dickerson: sua visão relacionada ao mentor dos Rangers não fica tão atrás da que ele tem sobre Damian, considerando que Dickerson também é engenheiro multidisciplinar. Quase não interagem, mas mas raras ocasiões que isso acontece expressam a inimizade natural com ameaças e insultos.
Karen: não a conhece tão a fundo, muito menos interagem, mas sabe que ela existe e tem uma ficha completa da tecnóloga arquivada no seu vasto banco de dados.

Comentários
Postar um comentário